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Como evitar a agressividade e falta de diálogo do dependente químico?

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Como evitar a agressividade e falta de diálogo do dependente químico?

*artigo atualizado em junho de 2023.

Confira alguns cuidados para auxiliar na aproximação em situações de falta de diálogo do dependente químico.

Se comunicar com pessoas que sofrem com dependência química é algo que exige muita cautela e, acima de tudo, paciência.

Os quadros de dependentes nos períodos de abstinência são assustadores, e por isso é importante estar atento a pequenos sinais.

 

Agressividade e falta de diálogo do dependente químico: como lidar

Quando o assunto é a falta de diálogo do dependente químico, pode-se afirmar que o primeiro contato é sempre mais complicado. Afinal, o risco de o usuário estar agressivo é muito alto, o que coloca em perigo a sua própria integridade física.

Porém, existem maneiras mais indicadas de entrar em contato com uma pessoa acometida de dependência química.

São dicas que ajudam bastante nesse contato e também que auxiliam a aproximação, de maneira que a segurança seja garantida.

 

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Dicas de aproximação em caso de falta de diálogo do dependente químico

Confira algumas dicas importantes para que você consiga conversar com o usuário e evitar todo o processo de agressividade

Vale lembrar que não existe receita pronta, e cada caso vai depender de muitas coisas, portanto, essas são dicas mais generalizadas.

 

1. Não force nenhum diálogo

A primeira e mais importante dica na falta de diálogo do dependente químico é não forçar nenhum tipo de contato, se a pessoa não estiver receptiva para tal.

Os episódios de dependência química, naturalmente, apresentam certa rispidez e também desinteresse de contato. Assim, é preciso que você entenda e deixe um espaço para que a pessoa possa lidar com suas questões sozinha, se assim preferir.

Aos poucos, conforme o usuário for abrindo espaço, você vai dialogando de acordo com o que for possível e saudável para ambas as partes.

Se você forçar qualquer contato, o efeito pode ser o inverso, e a pessoa que está envolvida com o mundo das drogas vai se afastar cada vez mais. O ideal é fazer um ambiente no qual ele possa sentir-se à vontade e também não seja pressionado a todo o momento.

Dessa maneira, é possível conversar com uma pessoa que está passando por um momento de dependência química.

 

2. Deixe a conversa fluir

Você conseguiu se aproximar e já consegue ter um tipo de contato com o usuário de drogas psicoativas. O momento, portanto, é de deixar a conversa fluir, sem pressionar nenhum tipo de assunto ou tema que seja desagradável.

Se você forçar demais qualquer assunto, o efeito pode ser o inverso, e pode acontecer de você afastar novamente a pessoa com quem quer conversar.

Por isso, é fundamental que você entenda qual é o tempo da outra pessoa, aceitando e respeitando seu momento e sua disponibilidade. Assim, você consegue evitar a agressividade que é tão comum em pessoas que passam por episódios de dependência química.

Se possível, nos primeiros contatos, deixe que a outra pessoa fale mais, para que você consiga entender como pode se aproximar da melhor maneira. Essa é a forma mais indicada e a mais segura, já que você não irá impor nenhum assunto ou algo do tipo que possa irritar o indivíduo.

 

3. Aos poucos tente tocar no assunto, mas sem ser invasivo

Se for falar sobre drogas e qualquer coisa do gênero, tenha sempre atenção para não parecer invasivo ou tente forçar qualquer assunto.

É claro que conversar sobre o tema é importante e você deve fazer isso, sim, até para deixar tudo bem esclarecido. No entanto, quando for conversar sobre esses assuntos, tenha atenção para não ser direto demais, pois pode fazer com que a pessoa se afaste ainda mais.

Além disso, o risco de a pessoa ficar mais agressiva é muito alto, já que está falando sobre algo que pode ser negativo para ela mesma.

Ao tratar sobre dependência química é necessário ser cauteloso, embora seja preciso fazê-lo, afinal é importante para a saúde do usuário.

Se você conseguir falar de maneira delicada e sem invadir espaços, certamente haverá um diálogo saudável entre os envolvidos. Mas se for agressivo demais ou falar de modo muito incisivo, pode ser que enfrente condições mais complicadas.

 

4. Seja enérgico se for preciso

Algumas pessoas, quando vão lidar com dependentes químicos, ficam com medo ou se sentem acuadas, dependendo do grau de agressividade. Isso pode causar um efeito negativo, já que o usuário vai entender que está à frente da situação e vai passar a ditar as normas.

Ter pulso em uma conversa também é necessário, mas não a ponto de acuar a pessoa com a qual você está tentando manter o diálogo. É preciso saber exatamente quando ser mais incisivo e mais enérgico, mas sem ser intolerante.

Para lidar com a dependência química, é preciso que você tenha o controle do diálogo e também de tudo o que é dito durante a conversa.

Se o período de agressividade passou, não deixe que a pessoa fuja do assunto ou da situação em questão. Tome controle e faça com que ela encare as consequências do uso das substâncias que não deveria estar fazendo.

 

5. Evite contato nos períodos de abstinência

Todo usuário de drogas passa pelo momento de abstinência, que acontece logo após o uso ou pouco tempo depois.

Quando falamos sobre falta de diálogo do dependente químico, evitar o contato nos momentos de abstinência é uma das maneiras mais garantidas de evitar também os episódios de agressividade.

No que diz respeito à dependência química, é no período de abstinência que o usuário fica mais agressivo. Assim, é preciso esperar até que a pessoa possa retomar seus sentidos e abrir a possibilidade de um diálogo.

 

A dependência química exige um grau de enfrentamento

Lidar com a dependência química é sempre muito complicado e também exige um cuidado maior, consigo e com a pessoa em questão.

Os episódios referentes à agressividade são muito mais preocupantes, já que o usuário não tem dimensão exata do que está fazendo.

Por esse motivo, seguir essas dicas pode ser de grande ajuda no sentido de enfrentar e também lidar com esse tipo de situação, de modo que ajude a todos os envolvidos.

Somente dessa forma você consegue manter a segurança e integridade física de todos que estão se disponibilizando para a ajuda nesse contexto.

Quer conversar sobre o assunto? Agende uma consulta!

 

Clínica Marcelo Parazzi

Se você ou algum familiar sofre com a falta de diálogo do dependente químico, a nossa clínica pode ajudar.

Além de se fundamentar na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e oferecer todo o tratamento tradicional por meio de psiquiatras, psicólogos e psicanalistas para tratar ansiedade, depressão e outros transtornos, a Clínica Marcelo Parazzi também dispõe de Terapia Holística, que desenvolve estratégias terapêuticas como Reiki, Yoga, Meditação, Constelação Familiar e Mindfulness (Consciência plena), para auxiliar no alcance de melhores resultados nos tratamentos dos pacientes, que são, comprovadamente, grandes aliados na recuperação desses indivíduos.

Estamos à disposição para auxiliar com a Terapia à Distância, realizando atendimento inclusive para pessoas que residem fora do país.

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