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Transtorno Obsessivo Compulsivo

TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO

Necessidade de Tratamento

    O Transtorno Obsessivo Compulsivo, também conhecido como TOC, promove no indivíduo alterações cognitivas, emocionais e comportamentais. Por alterações cognitivas, entendemos que são preocupações excessivas, obsessões por dúvidas, pensamentos invasivos e, portanto, descontrolados e de conteúdo negativo. As alterações emocionais podem ser tristeza, depressão, medo, ansiedade e culpa. E por fim, as alterações comportamentais podem ser compreendidas, fundamentalmente, como rituais, repetições e comportamentos de evitação. É importante destacar que essa sintomatologia comportamental do TOC traz, à pessoa e muitas vezes aos próprios familiares, significativo sofrimento e, na grande maioria das vezes, danos às rotinas cotidianas, como atrasos ou perdas de compromissos, sejam eles de menor ou maior importância.

    Essa doença crônica pode surgir a partir de um trauma específico. No entanto, na maioria dos casos, ela surge sem que o indivíduo consiga entender o porquê, ou seja, sem estar atrelada a algum evento traumático. Estudos revelam que a sintomatologia do TOC, quando não se agrava, estabiliza-se no quadro que desenvolvera até o momento ou se apresenta na forma de crises, com algum intervalo entre uma crise e outra. Vale salientar, portanto, que o quadro, provavelmente, se manterá ou mesmo se agravará caso não haja busca por tratamento adequado.

    A Terapia Cognitivo Comportamental destaca-se, cientificamente, no tratamento de indivíduos com TOC. Junto a essa psicoterapia, que deverá ocorrer a partir de uma sessão por semana (frequência determinada mediante avaliação pelo profissional), é possível que seja necessário um tratamento medicamentoso com um médico psiquiatra. Além disso, sessões de orientações aos familiares, ou de pessoas que convivem frequentemente com o paciente, são fundamentais para a conquista de bons resultados no tratamento do TOC. Os pacientes tendem a se sentirem mais compreendidos quando os seus familiares estão engajados conjuntamente ao tratamento, reduzindo sua angústia e aumentando a sua adesão ao próprio tratamento. Os familiares, por sua vez, necessitam compreender o curso da doença, o processo de tratamento e de recuperação para, consequentemente, melhor apoiar esse indivíduo.

    Por fim, acreditamos que são esses os principais caminhos a serem percorridos pelos pacientes e familiares ao lado, essencialmente, de profissionais qualificados para a conquista de um tratamento e recuperação satisfatórios.

Saiba mais sobre o tratamento para Transtorno Obsessivo Compulsivo na Clínica Marcelo Parazzi.